Conheço muita gente que reclama a cerca do consumo de combustível do próprio carro, eu sou um deles. Estava navegando por um site de notícias e achei a matéria abaixo interessante.
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Vale a pena descer a ladeira com o carro em ponto morto? E andar com o ar condicionado ligado aumenta ou diminui o consumo de combustível? Muita gente ainda desconhece o que pode prejudicar o consumo do veículo. Acelerar muito e andar com pneus fora da calibragem são alguns dos fatores que interferem no consumo.
Veja mais detalhes
A publicitária Camila Marcatte costuma esquecer de calibrar os pneus do carro. O engenheiro Ramon Molina reprova: “Com libras a menos, aumenta a superfície de contato do pneu com o chão. Como a aderência é maior, você sempre vai ter que acelerar um pouquinho mais”, ele explica.
Molina, professor de Engenharia Mecânica da UFMG, ensina: acelerar muito aumenta o consumo de combustível. “Cada vez que você pisa no acelerador, o sistema de injeção eletrônica injeta combustível para o motor responder. Nos lugares onde tem um sinal em cada esquina, é melhor tentar controlar esta aceleração”, aconselha.
Nas ladeiras, Camila mantém um hábito duvidoso: andar nas descidas em ponto morto. Ao contrário do que se pensa, não é a melhor solução para economizar combustível. “Se o carro não está engrenado, o motor continua funcionando na marcha lenta. Você está gastando o combustível de marcha lenta. Quando você está engrenado sem acelerar, o sistema corta o combustível por completo”, afirma o engenheiro.
Outra dica é andar sempre na marcha certa. Segundo Molina, quando chegar a 50 km/h em uma rua plana, já é o instante de passar para a quarta marcha. Um teste no Centro Tecnológico de Minas Gerais mostra que andar na marcha errada elevar o consumo de combustível em 30%.
Manter o ar condicionado ligado em temperatura média gasta 20% a menos de combustível do que deixá-lo permanentemente na máxima. “Para manter aquela temperatura muito baixa, o compressor está sempre consumindo combustível do carro. Se você regular melhor, ele vai desligar de vez em quando e o consumo não vai ser constante”, afirma o supervisor do laboratório, o auxiliar de engenharia Paulo César de Araújo.
Andar com alguns quilos a mais dentro do porta-malas também pode pesar na conta do combustível. E olha que, nesse teste, nem Paulo César passou: na balança, deu quase 15 quilos a mais no porta-malas; dez quilos já são suficientes pra fazer cair mais rápido o ponteiro do combustível.
“Todo o aumento de consumo é um prejuízo para o bolso e para o meio-ambiente, porque quando o carro consome mais combustível, emite mais poluentes”, explica Araújo. “Acho que todo o mundo deveria mudar alguns hábitos, inclusive eu”.
Quinta-feira, 22 de Janeiro de 2009
Terça-feira, 23 de Setembro de 2008
Encontro Ágil 2008
Terça-feira, 9 de Setembro de 2008
O Google quer dominar o mundo!
O termo é engraçado, mas depois do lançamento do Google Chrome (o tão esperado navegador que traria uma nova experiência na navegação web), este se tornou mais comum.
É engraçado como uma empresa de apenas 10 anos se tornou tão importante para a vida cotidiana, acadêmica, virtual e social, e isso por quê?
Com um jeitão simples que leva quase ao limite o jeito visual clean de diagramar seus layouts e organizar os conteúdos, trouxe para o alcance de todos (que tem acesso a internet), a informação mundial, lógico que sem tratamento ou triagem e muitas vezes anônima, separada com base no tema da busca e organizada por ranking de solicitações, porém, popularizou esta informação que pode gerar conhecimento quando se é capaz de separar aquilo que presta do que é enchimento de lingüiça. Tudo isso substituindo os velhos e conhecidos “pãm” do nosso sistema “Janelas” por “Ops” quando muito raramente, ocorrem falhas na busca, ou trocando termos que embananam até quem tem algum nível técnico por mensagens simples e diretas do tipo: “o sistema está lento”.
Tornar real o anseio do usuário de forma rápida e com qualidade avançada de desenvolvimento, onde as versões Beta muitas vezes parecem a definitiva, tornou-se especialidade desta empresa geradora e realizadora de idéias.
Imagino como deve ser o que chamo de “reunião de pauta”, onde a diretoria vai delinear e definir os caminhos da empresa para o próximo ano. Qual será o limite dos caras, parece que alguém diz: vamos criar uma versão do Corel Draw para web, então começam as discussões porém com a consciência de todos que após a reunião, será criada uma equipe para iniciar as pesquisas e desenvolver o protótipo. Pode ser muita viagem da minha parte, mas o que se espera de uma empresa inovadora como essa?
A geração que nasceu nos anos 90 pra cá, não sabe o que seria a vida sem ele, eu já cansei de dizer em tom de brincadeira mas com algum fundo de verdade: não sei o que faria sem o Google!
Não sou de ficar levantando a bandeira dos outros e fazendo marketing informal, mas quando alguém me pergunta qualquer coisa que esteja completamente fora do meu conhecimento, a resposta padrão é: o Google sabe!
É engraçado como uma empresa de apenas 10 anos se tornou tão importante para a vida cotidiana, acadêmica, virtual e social, e isso por quê?
Com um jeitão simples que leva quase ao limite o jeito visual clean de diagramar seus layouts e organizar os conteúdos, trouxe para o alcance de todos (que tem acesso a internet), a informação mundial, lógico que sem tratamento ou triagem e muitas vezes anônima, separada com base no tema da busca e organizada por ranking de solicitações, porém, popularizou esta informação que pode gerar conhecimento quando se é capaz de separar aquilo que presta do que é enchimento de lingüiça. Tudo isso substituindo os velhos e conhecidos “pãm” do nosso sistema “Janelas” por “Ops” quando muito raramente, ocorrem falhas na busca, ou trocando termos que embananam até quem tem algum nível técnico por mensagens simples e diretas do tipo: “o sistema está lento”.
Tornar real o anseio do usuário de forma rápida e com qualidade avançada de desenvolvimento, onde as versões Beta muitas vezes parecem a definitiva, tornou-se especialidade desta empresa geradora e realizadora de idéias.
Imagino como deve ser o que chamo de “reunião de pauta”, onde a diretoria vai delinear e definir os caminhos da empresa para o próximo ano. Qual será o limite dos caras, parece que alguém diz: vamos criar uma versão do Corel Draw para web, então começam as discussões porém com a consciência de todos que após a reunião, será criada uma equipe para iniciar as pesquisas e desenvolver o protótipo. Pode ser muita viagem da minha parte, mas o que se espera de uma empresa inovadora como essa?
A geração que nasceu nos anos 90 pra cá, não sabe o que seria a vida sem ele, eu já cansei de dizer em tom de brincadeira mas com algum fundo de verdade: não sei o que faria sem o Google!
Não sou de ficar levantando a bandeira dos outros e fazendo marketing informal, mas quando alguém me pergunta qualquer coisa que esteja completamente fora do meu conhecimento, a resposta padrão é: o Google sabe!
Sexta-feira, 15 de Agosto de 2008
Arte 3D da melhor qualidade!
Passeando pelo Blog de um grande amigo (Eu Mesmo), vi um link: Modelagem 3D, e tratei logo de teclar um CTRL+T para conferir o site.
Trata-se do site de um excelente desenhista. Fiquei empolgado especialmente com as modelagens de carros antigos, mas um dos carros... pela segunda vez hoje me fez parar (clique aqui para acessar).
Hoje pela manhã enquanto aguardava meu ônibus para ir ao trabalho reparei que do outro lado da avenida havia uma Carvan (Chevrolet), ano 78, marrom metálico, igualzinha a que meu pai tivera há muitos anos. Aquele carro era tudo pra mim, espaçoso, tinha um motor que não bebia muito - apenas "comia" com farinha, bancos macios e pinta de carro norte americano, me lembrava muito o carro daquele filme "Férias Frustradas".
Eu andei pra lá, andei pra cá a fim de observar a frente e a traseira do carro enquanto minha mente viajava nas lembranças que aquele veículo tão surrado me trazia. Olhei pra minha garagem algumas casas à frente e lembrei de como ficava bobo de ver a facilidade que meu pai tinha pra guardar o carro. Cheguei a pensar: ainda vou ter um desses, vou reformar e vou usá-lo para ir tocar (obviamente por causa do porta-malas gigantesco).
Curti cada segundo daquela lembrança!
Trata-se do site de um excelente desenhista. Fiquei empolgado especialmente com as modelagens de carros antigos, mas um dos carros... pela segunda vez hoje me fez parar (clique aqui para acessar).
Hoje pela manhã enquanto aguardava meu ônibus para ir ao trabalho reparei que do outro lado da avenida havia uma Carvan (Chevrolet), ano 78, marrom metálico, igualzinha a que meu pai tivera há muitos anos. Aquele carro era tudo pra mim, espaçoso, tinha um motor que não bebia muito - apenas "comia" com farinha, bancos macios e pinta de carro norte americano, me lembrava muito o carro daquele filme "Férias Frustradas".
Eu andei pra lá, andei pra cá a fim de observar a frente e a traseira do carro enquanto minha mente viajava nas lembranças que aquele veículo tão surrado me trazia. Olhei pra minha garagem algumas casas à frente e lembrei de como ficava bobo de ver a facilidade que meu pai tinha pra guardar o carro. Cheguei a pensar: ainda vou ter um desses, vou reformar e vou usá-lo para ir tocar (obviamente por causa do porta-malas gigantesco).
Curti cada segundo daquela lembrança!
Quinta-feira, 14 de Agosto de 2008
Tenha sua geladeirinha USB

Impressionante onde a imaginação e a competência para tornar o fruto desta imaginação paupável pode chegar.
Em meio uma discussão no escritório sobre quem havia surrupiado a comida dos outros, ouvi alguém comentar sobre uma geladeirinha USB. Mais que rapidamente perguntei sobre o link e acessei para ler a respeito - achei a idéia genial.
Ao mesmo tempo que é curioso o que levaria alguém a testar e construir uma geladeira que é alimentada pela energia de uma porta USB, achei que este ítem é digno da Polyshop - também sou fã desta rede de lojas que traz utensílios úteis para o dia-a-dia. Tenho vontade entrar em uma loja dessas e carregar tudo.
Com certeza, assim que eu encontrar uma dessas à venda, vou tratar de comprar.
Obs: acesse o link e veja como fiquei sabendo desta notícia.
Domingo, 3 de Agosto de 2008
Uma boa surpresa, um incentivo de coração
Dia 26/Jul fui convidado pelo amigo Elizeu Custódio para acompanhá-lo em um workshop de contra-baixo que aconteceria na sede da Assembléia de Deus Ministério de Santos. A formação proposta: um trio – teclado, baixo e bateria.
Ensaiamos alguns temas, acertamos alguns detalhes e fomos.
Ao chegar lá tive uma grande surpresa, encontrei muitas pessoas que tocaram comigo e aprenderam junto comigo a ter amor pela música. Encontrei com músicos que eram praticamente crianças quando eu participava mais ativamente dos movimentos das bandas intituladas “gospel” na baixada santista, ministrando workshops, tocando algumas músicas muito legais, respondendo as duvidas que surgiram. Pude perceber duas coisas: estou ficando velho e o que foi dito por Marcus Witt em seu livro “O que faremos com estes músicos?” é pura verdade: “Deus está levantando uma geração de adoradores (ou músicos como queira) com qualidade técnica e que querem fazer o melhor...”.
Realmente o nível musical da galera tem aumentado o que me deixou muito feliz e renovou a esperança na perpetuação da boa música. Mas quero aproveitar pra compartilhar uma opinião: somos músicos e temos que ter em mente de forma bem clara nossa relação com esta arte. A música é algo divino, grandioso e indomável, uma ciência que jamais alguém poderá dizer que domina, uma das formas mais sensíveis e agradáveis de adoração à Deus (o autor), uma ferramenta complexa e completa de expressão e uma profissão honrosa que exige sacrifício pessoal e disposição para se alcançar um nível considerável.
Deixo meu incentivo a você que se dedica não só a música, mas a qualquer tipo de arte: empenhe-se, dê o melhor de si, sinta-se livre para expressar em notas, traços ou formas àquilo que a sua inspiração colocou dentro de você. Vá em frente!
Ensaiamos alguns temas, acertamos alguns detalhes e fomos.
Ao chegar lá tive uma grande surpresa, encontrei muitas pessoas que tocaram comigo e aprenderam junto comigo a ter amor pela música. Encontrei com músicos que eram praticamente crianças quando eu participava mais ativamente dos movimentos das bandas intituladas “gospel” na baixada santista, ministrando workshops, tocando algumas músicas muito legais, respondendo as duvidas que surgiram. Pude perceber duas coisas: estou ficando velho e o que foi dito por Marcus Witt em seu livro “O que faremos com estes músicos?” é pura verdade: “Deus está levantando uma geração de adoradores (ou músicos como queira) com qualidade técnica e que querem fazer o melhor...”.
Realmente o nível musical da galera tem aumentado o que me deixou muito feliz e renovou a esperança na perpetuação da boa música. Mas quero aproveitar pra compartilhar uma opinião: somos músicos e temos que ter em mente de forma bem clara nossa relação com esta arte. A música é algo divino, grandioso e indomável, uma ciência que jamais alguém poderá dizer que domina, uma das formas mais sensíveis e agradáveis de adoração à Deus (o autor), uma ferramenta complexa e completa de expressão e uma profissão honrosa que exige sacrifício pessoal e disposição para se alcançar um nível considerável.
Deixo meu incentivo a você que se dedica não só a música, mas a qualquer tipo de arte: empenhe-se, dê o melhor de si, sinta-se livre para expressar em notas, traços ou formas àquilo que a sua inspiração colocou dentro de você. Vá em frente!
Quarta-feira, 30 de Julho de 2008
Um ensaio ao vivo!
Dia 24/07/2008 estive na Cafeteria Madrigal (Guarujá/SP) com meu irmão (Anderson Willian) e o baixista e amigo Elizeu Custódio pra simplesmente "rolar um som". Foi uma experiência diferente, tocar praticamente na calçada, bem a vontade e em clima de Jam Session.
A gravação não está com a qualidade boa mas dá pra ter uma idéia de como foi.
A música executada se chama "Primeiros Passo", trata-se de uma composição do grande Elizeu Custódio.
A gravação não está com a qualidade boa mas dá pra ter uma idéia de como foi.
A música executada se chama "Primeiros Passo", trata-se de uma composição do grande Elizeu Custódio.
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